Desde muito novos que começamos a desenhar o nosso caminho. Podemos não ter essa consciência, mas estamos a tomar decisões e adoptar comportamentos desde sempre. Um simples carinho, grito, ou optar simplesmente por ignorar algo, são decisões nossas que nos caracterizam enquanto pessoas.
Crescer é um acto social. E é neste contexto que vamos moldando o nosso comportamento, numa espécie de embalagem permiavel que se adapta ao espaço que pretendemos ter na sociedade. Não tivesse o Homem sempre esta necessidade de se identificar com algo, ou fazer parte de um dado grupo.
No entanto são estes os momentos da nossa vida em que estamos mais vulneráveis a pessoas tóxicas. A nossa vontade de querer fazer parte de algo abre caminho a abusos externos que necessitamos de saber como identificar.
Na realidade, num dado momento podemos estar a exercer comportamentos tóxicos e nem ter essa consciência. Da mesma forma que o nosso comportamento varia conforme a pessoa a que nos dirigimos, de acordo com as nossas memórias ou humor do momento, podemos estar a adoptar comportamos mais ou menos toxicos mesmo sem nos darmos conta.
Na realidade esse não é o problema.
O problema está associado às pessoas que são constantemente toxicas e que pretendem propositadamente que o outro seja diminuido.
Aspectos que normalmente só aceitamos de pessoas que nos são próximas.
Normalmente são pessoas alegres, comunicativas, expansivas e sedutoras. Mas simplesmente porque de modo geral são mais facilmente aceites por todos, não porque escolheram ser assim propositadamente. Vejam o seguinte exemplo:
É mais fácil gostarmos de alguem que nos faz rir do que de alguém que
Uma coisa é certa um toxico é um invejoso, um doente que não fará falta nenhuma a sua vida.
A pessoa tóxica está sempre a desvalorizar o que você é, seja fisicamente, mentalmente profissionalmente, sempre a minar a sua energia com observações subtis muito desagradáveis. O tóxico tenta sempre chamar atenção sobre si, é inconveniente, dá opiniões sem ninguém lhas pedir.
É manipulador, é instável e inseguro e tenta incutir a insegurança no outro. É uma forma de se sentir melhor com a sua própria infelicidade.